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Dono da SAF do Botafogo, John Textor, critica auditor do STJD por relatório

John Textor, dono da SAF do Botafogo, publicou um texto em seu site oficial neste domingo (7) em que critica a atuação de Mauro Marcelo de Lima e Silva, auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) responsável por recomendar punição histórica ao norte-americano no inquérito que apura supostas manipulações de resultados no futebol brasileiro.

“Sérias perguntas devem ser feitas sobre o Auditor do STJD, Sr. Mauro Marcelo de Lima e Silva, que parece estar agindo de acordo com a agenda de outra pessoa. Além das penalidades desproporcionais recentemente sugeridas em seu relatório, fico consternado pelo fato de que a minha procura, de boa-fé, pela elucidação de fatos e elementos de manipulações de partidas tenham motivado acusações graves contra mim”, diz Textor.

As denúncias de Textor começaram após a derrota do Botafogo por 4 a 3 para o Palmeiras, em novembro do ano passado, pelo Brasileirão. Desde então, o dirigente troca farpas com Leila Pereira, presidente do Alviverde.

“Agora, o Sr. Mauro Marcelo de Lima e Silva, cuja afeição pelo Palmeiras tem sido bem divulgada por meio de suas fotos pessoais, comete a ação impensável de punir um presidente de clube simplesmente por ter solicitado, de maneira confidencial, uma investigação envolvendo, ainda que indiretamente, o clube que o Sr. Mauro Marcelo parece apoiar”, disse o norte-americano em outro trecho.

“Lamento profundamente que o relatório elaborado pelo Sr. Mauro Marcelo de Lima e Silva tenha, deliberadamente, divulgado os nomes de potenciais envolvidos, além de ter publicizado o teor da documentação em análise no Inquérito, que contém dados sensíveis e informações confidenciais”, acrescentou.

“Eu nunca fiz qualquer alegação contra um clube, um jogador ou um árbitro específico. Minha única providência foi apresentar documentos, em especial de um expert com credibilidade e respeitado por órgãos governamentais e tribunais criminais em diversas jurisdições, e requerer que essa documentação fosse investigada pelo STJD, pelo Senado e pelos promotores criminais”, encerrou Textor.

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